segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Reflexão

Após a elaboração do blogue, mostramo-vos as nossas reflexões individuais, que demonstram o nosso percurso nesta unidade curricular, leccionada pelas docentes Helena Camacho e Maria do Rosário.
Para acederes às nossas reflexões, basta clicares no respectivo nome que queres consultar.


Fonte da imagem: http://nteabaetetuba.files.wordpress.com/2009/11/livro.jpg

Texto de José Pacheco

No decorrer das aulas foi-nos proposto, pela docente Helena Camacho, a leitura do texto "Quando eu for grande quero ir à Primavera". Trata-se de um texto que é, essencialmente, o testemunho de um professor de 1º Ciclo que deu aulas as a crianças que estavam habituadas a decorar matéria. Após a leitura do mesmo achámos pertinente partilhar convosco o nosso comentário relativamente às reacções das crianças quando têm liberdade para elaborarem um texto com um tema à sua escolha.

Neste sentido, é importante valorizar as ideias e conhecimentos de cada um, bem como as suas vivências. Como futuras profissionais de educação devemos tentar mudar a visão geral das pessoas, relativamente à escola, pois, a maioria, pensa que a escola é um local onde o professor "descarrega" a informação/matéria e os alunos apenas têm que memorizar, no entanto este não é o melhor método de ensino. No entanto esta ideia tem se alterado com o passar do tempo, e ainda bem, pois só assim podemos melhorar o ensino das crianças e jovens. Contudo é de salientar que ainda há um longo caminho a percorrer, uma vez que a educação está em constante evolução!


Para acederes ao nosso comentário, clica aqui.

Actividades sugeridas a partir de um programa televisivo

No seguimento de uma actividade efectuada sobre uma série de desenhos animados intitulados por Romance da Raposa, foi-nos pedido para visualizarmos um programa televisivo, do qual tivémos de nos apropriar para retirarmos possiveis conceitos e/ou conteúdos a explorar com as crianças do 1º Ciclo.

No canal televisivo Rtp2 existe um tempo de emissão dedicado às crianças, intitulado por zig zag, que é transmitido em três tempos distintos: das 07:00h às 14h, das 17:00h às 18:30h e das 19:45h às 20:30h, de segunda-feira a sexta-feira.
Este programa televisivo integra diversas séries, desenhos animados e espaços destinados ao jogo e brincadeira com os mais jovens, entre os quais se destaca “Vamos ouvir”, que é um programa que dá na emissão das 19.45h às 20.30h, dirigido por Ana Zanatti.
“Vamos ouvir” é um programa que tem como objectivo recuperar uma forma de contar histórias, partindo do seu reconto, através de vários indivíduos, nomeadamente, actores. Quer isto dizer que, neste espaço podemos ouvir diversas histórias, como por exemplo, “O gigante egoísta” de Óscar Wilde; “Leonor e o Televisor” de Diogo Tomás e “Os dois meninos músicos” de Manuela Menezes, posteriormente traduzidas por Teresa Paixão.
Na nossa perspectiva, o professor pode-se informar das histórias que vão ser contadas diariamente e, caso alguma esteja de acordo com o que está a ser trabalhado em sala de aula, solicitar os seus alunos para a ouvirem nas suas casas. Neste caso, as crianças, mesmo fora do contexto formal de sala de aula, ouvem uma história de uma maneira lúdica, da mesma forma que também estão a aprender.
No dia seguinte, o professor pode abordar a história, elaborando determinadas questões para serem respondidas em grande grupo e, posteriormente, propor uma actividade, a propósito do que as crianças escutaram e deveriam ter retido.
Uma das histórias que poderia ser trabalhada foi emitida no dia 8 de Janeiro de 2010, “O Gigante egoísta” de Óscar Wilde contada por Sara Prata.
Numa breve abordagem, esta história retrata a vida de certas crianças, que após saírem da escola iam brincar para um jardim enorme. Este jardim era de um gigante, que esteve na casa de um amigo, mas que, ao fim de sete anos, regressou à sua casa. Quando entrou em casa e no seu jardim assustou as crianças e elas saíram de lá. O Gigante decidiu fazer um letreiro para ninguém entrar e fez um muro muito alto, para que ninguém lá pudesse entrar. No jardim havia uma grande tristeza, não se ouvia o chilrear dos pássaros e as flores ficaram murchas. A partir daí, parece que ficou Inverno com vento e granizo. O Inverno instalou-se no jardim e não ia embora, o Verão, a Primavera e o Outono naquele ano nunca apareceram no jardim. Certo dia, reparou que não existia granizo nem vento e que ouviu um rouxinol a cantar. No jardim estavam crianças a brincar, pois tinham descoberto uma brecha no muro. A partir daí, o jardim ficou com outras cores, o Gigante percebeu que estava errado e ficou muito arrependido, querendo fazer algo por aquelas crianças. Noutro dia, as crianças e o Gigante estavam a brincar no jardim, que estava tão bonito, como nunca tinha estado.
A actividade a realizar pode ser explorada através das categorias da narrativa. Neste caso, o professor pode dividir a turma em pequenos grupos, onde cada um deles deverá ficar encarregue de uma categoria da narrativa.

Sugerimos algumas actividades, para as conseguires visualizar, clica aqui.

Se quiseres assistir à história narrada clica aqui.


Através do Wordle construímos uma nuvem de palavras, tendo como base a História do Gigante Egoísta. O wordle é uma ferramenta, disponível na internet, que nos permite a construção de nuvens de palavras, tendo como ponto de partida um texto. A nossa nuvem de palavras ficou assim:

Programas Banda Desenhada

Numa das aulas leccionadas pela professora Maria do Rosário tivémos conhecimento de diversos sites, que podem ser úteis, quer para eventuais trabalhos académicos, quer para utilizarmos no nosso futuro profissional. Estes sites são constituídos por programas de banda desenhada, gratuitos, em que o professor/educador pode recorrer, para a realização de uma actividade em sala de aula.


Estes programas têm características que os distinguem, como a sua complexidade em termos gráficos ou técnicos, entre outros. Assim, apresentamos abaixo alguns deles, referindo os seus aspectos positivos, bem como as suas limitações.


É de referir que, este programa é muito fácil de manusear e permite a qualquer pessoa construir uma pequena banda desenhada, tendo à sua disponibilidade: humanos, objectos, animais, diferentes formas de textos, etc. Contudo tem algumas limitações, a sua imagem é a preto e branco e só tem três quadrículas para se elaborar uma BD. Além disso, se colocarmos algum elemento numa quadricula e não gostamos temos de apagar tudo o que já fizémos, pois não apaga só o que seleccionamos, mas tudo o que lá está construído. Porém, é uma programa muito prático para utilizar.


Abaixo deixamos uma pequena BD que construímos. Como não é muito perceptível clica na imagem e o seu zoom aumentará.



Este programa é um pouco mais elaborado do que o anterior, além de ter todas as cores, também possui diversos fundos e muitas personagens, que podem variar entre seres humanos e animais e caixas de texto e pensamento. Contrariamente ao programa anterior, neste programa tanto as personagens, como o texto já têm uma posição pré-definida dentro da quadrícula.


Abaixo partilhamos uma experimentação que efectuámos, referindo que a nossa intenção não foi elaborar uma história, mas verificar as diferentes funcionalidades do programa.

Diigo

Numa das primeiras aulas da professora Maria do Rosário foi-nos apresentado um site, o Diigo, que pode ser utilizado como uma das ferramentas do nosso computador, que são os favoritos. Contudo, este site tem uma característica específica, uma vez que possibilita a partilha de diferentes sites e não corremos o risco de os perder. Assim, as pessoas que estão associadas ao nosso diigo podem verificar quais os nossos sites preferidos e também os podem comentar.

Nenhum dos elementos do grupo conhecia este site, porém ficámos muito animadas com as suas funcionalidades, pois permite-nos aceder a diversos sites que vão ao encontro dos nossos objectivos, enquanto futuras profissionais de educação e não só.

Deste modo, cada aluna ficou responsável pela criação de uma conta no diigo e colocar informação relacionada com a Língua Portuguesa e as TIC. É de salientar que, a repetição de sites não é aconselhável, porém pudémos comentar os sites umas das outras. A partilha de sites entre a turma foi proporcionada através da criação do Grupo - LPTIC, onde estão inseridas todas as alunas da Turma A e da Turma B do 3º ano do curso de Licenciatura em Educação Básica.
Numa das mini-aplicações do nosso blog colocámos os links para acederem ao nosso diigo, todavia optámos por colocá-las também neste item.

Fonte da imagem: http://welkerswikinomics.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/diigo.png

As TIC e a Escrita

Ao utilizarmos as TIC podemos estar a desenvolver a escrita? Como podemos relacionar a escrita e as TIC, não são duas áreas distintas?

Questões que muitas vezes surgem quando nos deparamos com a ligação entre estas duas componentes, as TIC e a escrita, no entanto, devemos simplificar as coisas. Uma vez que a escrita surge como necessidade de registar a linguagem e, por conseguinte, o facto de um cidadão ser capaz de produzir textos diversos, com funções distintas, é uma exigência da sociedade actual. Deste modo a escola tem um papel crucial, pois tem que nos preparar para as exigências do mundo que nos rodeia, assim deve desenvolver as competências necessárias à produção de um documento escrito. A escrita é um processo complexo, por isso algumas crianças lêem bem, contudo têm dificuldades na área da escrita. Podemos relacionar a escrita com as TIC, na medida em que, o computador surge como suporte de leitura e como um instrumento de escrita e de comunicação, sem esquecer que cria novos leitores e uma nova interacção entre quem escreve e quem lê. Não nos devemos esquecer que estamos em constante evolução, portanto, é de salientar que, o computador possibilita voltar atrás, enquanto com a máquina de escrever não havia essa possibilidade e, assim, caso tivesse um erro ou faltasse uma palavra tinha que se escrever tudo de novo. Um texto num computador nunca é definitivo, pois há sempre a possibilidade de o alterar e podemos configurar a parte gráfica, ou seja, os tipos de letra e os tamanhos. Em suma o computador e a escrita estão interligados, até mesmo porque o computador permite que as pessoas comuniquem através de e-mail ou do Messenger, deste modo a escrita permite a partilha, a divulgação e a interacção utilizando como meio o computador. Uma das características fundamentais das TIC consiste no facto de um único meio electrónico de comunicação suportar todo o tipo de informação, desde os tradicionais documentos de análises matemáticas, passando por imagens, áudio e vídeo.


  • A propósito destas questões lemos e reflectimos acerca do texto de Luísa Álvares Pereira intitulado por Passos determinantes para um ensino autêntico da escrita no primeiro ciclo. Para visualizares a nossa reflexão podes clicar aqui.

Fonte da imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmYbIdxVnPTQo17ZyskTa3-Zyn3SGwVDn5niBCbQbKzTFowRQnlqXj-HMdVeKvrdtgdz9BtbLA3kqAqHvm6wVPqZQ7cL6UUx7zgO3gRzMxkqFApfz7LaGRlP7KLag0RdCqDdlBxcrsJdhS/s1600-h/tic+e+escrita.JPG

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

No passado dia 3 de Dezembro comemorou-se o dia Internacional da Pessoa com Deficiência, um dia promovido pelas Nações Unidas desde 1988 e visa a defesa da dignidade, dos direitos e o bem-estar das pessoas portadoras de deficiências. A história já mudou muito relativamente à forma como a sociedade trata e educa as pessoas com deficiências. A implementação das TIC como actividade de enriquecimento curricular, poderá ajudar os alunos com necessidades educativas especiais (NEE) a desenvolverem competências, através de recursos tecnológicos, utilizando aplicações interactivas (por exemplo: jogos, etc.) dos computadores mais activas e envolventes. Estas actividades poderão manter a atenção, enquanto apresentam problemas e situações que requerem uma rápida adaptação e reacção a estímulos. Neste sentido e como desde cedo devemos explicar às crianças que no fundo, embora diferentes, somos todos iguais, através de uma música do João Portugal, podemos pegar na história de um pequeno trevo e de uma forma lúdica abordar este assunto. Convidamos a que todos oiçam e vejam o videoclip!